Projeto abre caminho para consulta Serasa e SPC Grátis PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 13392
PiorMelhor 

 Inadimplente poderá ter acesso gratuito as suas informações em cadastros

 

22 de novembro de 2011 • 09h46

Por: Fernanda de Moraes Bonadia

 SÃO PAULO - Os consumidores que têm o nome inserido no SPC ou Serasa poderão ter acesso gratuito pela internet às informações sobre eles arquivadas em cadastros  de consumo. Ao menos é o que propõe o Projeto de Lei do Senado 470/2011.

 Para o autor da proposta, senador Paulo Bauer (PSDB-SC), o artigo 43 do CDC (Código de Defesa do Consumidor) só garante à população o acesso gratuito aos seus dados na modalidade de atendimento presencial ou por carta.

 Porém, ele considera que "para o consumidor, a internet é o modo mais fácil e adequado para que ele consulte informações sobre sua eventual inadimplência". Além do que, as entidades de cadastro já recebem tarifas de bancos e empresas por seus serviços, o que tornaria "abusiva" a cobrança pela consulta via web.

 Reunião

A matéria será analisada pela CCT (Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática), em reunião extraordinária na próxima quarta-feira (23). Ela já recebeu parecer favorável do relator, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), e será apreciada em caráter não terminativo.

 Na mesma reunião, a CCT também discutirá e votará emendas ao Projeto de Lei Orçamentária de 2012.

 
Campanha de recuperação de crédito da Serasa beneficia 1,8 mi de consumidores PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 1113
PiorMelhor 

Campanha de recuperação de crédito da Serasa beneficia 1,8 mi de consumidores

21 de novembro de 2011 • 12h58 Por: Viviam Klanfer Nunes

Fonte:Serasa

 

SÃO PAULO – Mais de 1,8 milhão de consumidores em todo o Brasil já foram beneficiados pela Campanha de Recuperação  e Concessão de Crédito Natal 2011, lançada pela Serasa Experian em 26 de setembro.

 O objetivo da ação é sensibilizar o maior número de empresas, no sentido de ajudar na recuperação do crédito dos consumidores. Este ano, o número de beneficiados foi 80% maior do que o observado no ano passado.

 Evitando a inadimplência

 A Serasa também busca ajudar consumidores que não estão inadimplentes a tomar crédito, permitindo que façam negócios mais favoráveis e evitando inadimplência futura. Na análise do presidente da Serasa Experian, Ricardo Loureiro, tanto as empresas quanto os consumidores estão mais comprometidos a evitar a inadimplência.

 De um lado, houve um crescimento de 68% da participação das empresas na campanha, frente ao volume do ano anterior. Isso mostra que elas estão mais sensíveis ao tema, dando mais oportunidades para que os consumidores regularizem suas dívidas.

 No que diz respeito à atuação dos consumidores, segundo Loureito, nota-se uma melhora da educação financeira no País, entre outras razões porque o consumidor já está passando a considerar os juros antes de fechar um financiamento.

 A estratégia foi justamente aproveitar a época de fim de ano, tradicionalmente conhecida como um bom momento para o comércio. “O Natal é a melhor data do ano para o comércio. Para os consumidores, também é um período de desejos extras de consumo. Então, é importante dar condições apropriadas de renegociação a quem está com dívidas em atraso e permitir que consumidores façam novas compras para que seja um Natal mais feliz para todos”, afirma Loureiro.

 Ofertas diferenciadas

 Na campanha de 2011 a Serasa também está estimulando as empresas para fazer negócios diferenciados com os consumidores que não estão inadimplentes.

 “Crédito bem concedido previne inadimplência futura, o que significa a sustentabilidade do crédito. Até o momento, foram 6,9 milhões de consumidores que receberam ofertas diferenciadas”, diz Loureiro.

 Veja o passo a passo, sugerido pela Serasa Experian, para o consumidor lidar com suas dívidas:

 1º Anote em um papel todas as contas que estão para vencer ou vencidas. Para facilitar, tente colocar juntas as dívidas de uma mesma loja e, no final, faça a soma total dos valores que está devendo em cada um dos lugares;

 2º Faça as contas e verifique se a sua renda familiar vai conseguir honrar os compromissos assumidos anteriormente;

 3º Se perceber que não vai ter como pagar uma ou demais parcelas da (s) dívida (s), entre em contato com a (s) loja (s) e explique a situação. Tente fazer isso o quanto antes, evitando assim que a dívida fique cada vez maior;

 4º Antes de renegociar, faça os cálculos e anote no papel uma proposta que se encaixe no seu orçamento. Jamais recorra ao cheque especial ou empréstimos que possuem taxas muito altas. Tente procurar alternativas mais baratas, como o crédito consignado, por exemplo;

 5º Na hora de renegociar com a loja, tenha em mãos todas as informações que podem ajudar na conversa, como as contas em atraso e as cartas de cobrança que recebeu em casa;

 6º Fique atento: muitas vezes uma mesma dívida é cobrada por várias empresas. Para não confundir, reúna todas as cartas e identifique qual apresenta a melhor proposta de renegociação;

 7º Além das cartas da loja, leve algum documento oficial com foto, como o RG. Se estiver desempregado, é interessante levar a carteira profissional;

 8º Ao procurar a loja, seja sincero com o atendente que irá avaliar o seu caso. Não se sinta constrangido e fale abertamente sobre os motivos que o fizeram você de pagar as contas;

 9º No momento da renegociação, ouça a proposta que o atendente irá lhe apresentar e, caso você não esteja de acordo, apresente a sua proposta. Tente chegar o mais próximo possível das condições que você apresentou, antes de finalizar o acordo;

 10º Ao fechar a renegociação, você deverá receber um novo contrato da sua nova dívida. Caso você já esteja inadimplente, essa é a sua garantia de que a loja pedirá a exclusão do seu nome do banco de dados da Serasa Experian e/ou de outras empresas de proteção ao crédito;

 11º Atenção: não caia no golpe de supostas empresas que dizem recuperar o seu crédito de maneiras milagrosas. Você mesmo pode renegociar a sua dívida e não precisa pagar nada além do que já está devendo;

 12º A renegociação de dívidas é um ato que mostra que você tem interesse em pagar o que deve e é o único caminho para a solução de seus problemas financeiros. Valorize e cumpra o acordo realizado.

 
Inadimplência do consumidor registra a primeira queda em sete meses, revela Serasa Experian PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 627
PiorMelhor 

Inadimplência do consumidor registra a primeira queda em sete meses, revela Serasa Experian

14/10/2011

Dívidas não bancárias e cheques sem fundos foram os principais responsáveis pela baixa do indicador

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor caiu 3,0% em setembro, na comparação com o mês imediatamente anterior (agosto/11). Foi a primeira queda mensal do índice, após seis altas consecutivas. Na análise anual – setembro deste ano em comparação com o mesmo mês do ano passado – a inadimplência desacelerou e registrou alta de 23,3%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2010, o índice repetiu o mesmo percentual do mês passado, 23,4%.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a antecipação do 13º salário aos aposentados, a redução dos juros e a menor quantidade de dias úteis, frente a agosto, fizeram com que a inadimplência apresentasse esse recuo em setembro. Também contribuiu para o declínio do índice a maior facilidade oferecida pelos credores ao consumidor para renegociar dívidas, como, por exemplo, as condições proporcionadas pela Campanha Serasa Experian de Recuperação e Concessão de Crédito Natal 2011, que visa a facilitar a regularização de dívidas e o acesso a novos créditos.

Na decomposição do indicador, todas as modalidades da inadimplência puxaram a queda.  As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) apresentaram queda de 3,3%, com contribuição negativa de 1,3 ponto percentual. Os cheques sem fundos caíram 10,3% (contribuição negativa de 1,1 ponto percentual na variação total). As dívidas com os bancos tiveram declínio de 0,9% (-0,4 p.p). Os títulos protestados também tiveram queda de 13,9% (-0,2 p.p). Confira na tabela abaixo:

Decomposição do Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor Setembro/2011 X Agosto/2011

 

Dívidas não bancárias

Bancos

Protestos

Cheques

Total

Variação

-3,3%

-0,9%

-13,9%

-10,3%

-3,0%

Peso

40,3%

47,8%

1,5%

10,4%

100,0%

Contribuição

-1,3%

-0,4%

-0,2%

-1,1%

-3,0%

Fonte: Serasa Experian

 
Banco deve indenizar por mais de 400 cheques clonados de cliente PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 1045
PiorMelhor 

22/06/2011 - 17:20 | Fonte: TJDFT

O Banco do Brasil foi condenado a indenizar uma cliente em R$ 20 mil por danos morais. A cliente teve mais de 400 cheques clonados. A decisão é do juiz da 4ª Vara Cível de Brasília e cabe recurso.

A autora alegou que, em 2004, sua conta corrente no Banco do Brasil foi clonada. Segundo ela, o gerente do banco resolveu abrir uma nova conta como forma de solucionar a questão e afirmou que a anterior seria cancelada, além de ser instaurado um processo de investigação interna.

No entanto, dois anos depois, a autora foi surpreendida pela cobrança de um cheque da conta extinta, fato que se repetiu poucos dias depois. A cliente afirmou que foi ao banco e obteve a informação de que nada poderia ser feito. A autora teria sido cobrada novamente por um cheque da conta extinta e após realizar boletim de ocorrência, o banco apresentou um relatório com o número de 424 cheques clonados.

Em pedido de tutela antecipada deferido pelo juiz, foi determinado que os órgãos de proteção ao crédito retirassem ou se abstivessem de incluir o nome da autora em seus cadastros.

O banco contestou, sob a alegação de que não houve dano à autora, pois não foi comprovada a negativação do nome da cliente. O banco, no entanto, reconheceu a clonagem dos cheques e a modificação da conta.

Na sentença, o juiz afirmou que a existência de dano ao consumidor não depende de o nome da autora ter sido inscrito no cadastro de mal pagadores. "(...) Foi a má prestação do serviço que originou todos os transtornos, ocasionando dano direto à autora", afirmou o magistrado.

"O banco é o responsável por indenizar aqueles que tiveram sua conta clonada, mormente o fato de que as tarifas pagas pelos serviços bancários se supõem suficientes para garantir tal serviço", complementou o juiz. O magistrado também ressaltou a negligência do réu ao deixar que fossem clonados mais de 400 cheques sem denunciar às autoridades judiciais. O juiz fixou o valor da indenização por danos morais em R$ 20 mil.

Nº do processo: 2008.01.1.037529-2
 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 Próximo > Fim >>

Página 1 de 6